Nós vamos dizer o que é inaceitável - Notícias do Sindimoc - SINDIMOC - Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus de Curitiba e Região Metropolitana
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Nós vamos dizer o que é inaceitável

Nós vamos dizer o que é inaceitável

INDIGNAÇÃO
 
Greve de motoristas e cobradores tem adesão total. Indignação toma conta da categoria diante das posturas de Urbs, Prefeitura e Governo Estadual, que até agora não propuseram nada para resolver problema dos salários atrasados e suspensão da assistência médica ambularorial de 12 mil trabalhadores e familiares
 
 
Greve de motoristas e cobradores que se inicia hoje (26), sem data para acabar, teve adesão de 100% da categoria. A indignação tomou conta dos trabalhadores frente ao posicionamento de Prefeitura e Governo do Estado, que se manifestaram apenas via notas em seus sites, sem NENHUMA ATITUDE CONCRETA no sentido de resolver o problema de salários atrasados e comprometimento do sistema de saúde que atende 12 mil trabalhadores e seus familiares. Quem pode dar fim à greve é o governador, o prefeito e os empresários. Os trabalhadores só estão reivindicando seus direitos básicos, de salário e saúde.
 
Os motoristas e cobradores reclamam da briga política na qual nenhuma das partes assume a responsabilidade, sobrando o prejuízo para os salários dos funcionários do transporte coletivo, que desde dezembro de 2012 têm tido atrasos recorrentes. Segundo trabalhadores que não quiseram se identificar, com receio das represálias da Urbs e das empresas, “inaceitável é os trabalhadores terem durante dois anos seus salários sendo constantemente atrasados e não poderem fazer greve”.
 
Os trabalhadores também exigem que as empresas realizem os repasses para a Assistência Médica Ambularial, dinheiro que deveria ser automaticamente descontado das tarifas, mas que diversas empresas do transporte coletivo têm recebido e não repassado. Segundo a 14ª cláusula da convenção, o fundo deve receber R$ 48,30 por empregado. O sistema operado pelo sindicato dos trabalhadores encerrou na semana passada o atendimento com especialistas, e nesta semana foram cortados todos os exames. O sistema realizava, até então, em média, 7,2 mil atendimentos e 1,6 mil exames por mês. As dívidas de cada empresa variam em antiguidade e data. Algumas têm esses valores atrasados há um ano. O montante atrasado de todas as empresas se aproxima de R$ 2 milhoes, comprometendo o sistema.
 
“Inaceitável é a Urbs não quebrar o contrato com empresas que não pagam seus funcionários, não dão a assistência saúde combinada na Convenção e não dão condições dignas de segurança e salubridade a seus funcionários”, afirma um dos cobradores, indignado.

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